Competição de curtas e longas baianos, nacionais e internacionais

Homenagem 100 anos de walter silveira

Seminário 100 anos de Walter da Silveira

Coordenação: Cyntia Nogueira (UFRB)

SEXTA-FEIRA – 30/10

ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA
GLAUBER ROCHA – SALA 3
13h30 Seminário 100 Anos Walter da Silveira
Mesa 1 – O Pensamento crítico de Walter da Silveira
com a participação dos pesquisadores Luís Alberto Rocha Melo e Adilson Mendes.

SÁBADO – 31/10

ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA
GLAUBER ROCHA – SALA 3
13h Seminário 100 Anos Walter da Silveira
Mesa 2 – Walter da Silveira e a história do cinema na Bahia
Com a participação do cineasta José Umberto Dias e do jornalista Ernesto Marques.

CINE THEATRO CACHOEIRANO
14h Seminário 100 Anos Walter da Silveira
Mesa 1 – O pensamento crítico de Walter da Silveira
com a participação dos pesquisadores Luís Alberto Rocha Melo e Adilson Mendes.

DOMINGO – 01/11

CINE THEATRO CACHOEIRANO
14h Seminário 100 Anos Walter da Silveira
Mesa 2 – Walter da Silveira e a história do cinema na Bahia
Com a participação do cineasta e pesquisador José Umberto Dias e do jornalista Ernesto Marques

SEGUNDA-FEIRA – 02/11

CINE THEATRO CACHOEIRANO
14h Seminário 100 Anos Walter da Silveira
Mesa 3 – Walter da Silveira e o Clube de Cinema da Bahia
Com a participação do crítico e pesquisador Rafael Carvalho e da atriz e cineasta Helena Ignez

 

Conheça os ministrantes:

Luís Alberto Rocha Melo: É cineasta, pesquisador e professor do Curso de Cinema e Audiovisual e do Programa de Pós-Graduação em Artes, Cultura e Linguagens da UFJF. Desenvolve a pesquisa “Historiografia Audiovisual do Cinema no Brasil”, financiada pelo CNPq. Dirigiu, entre outros trabalhos, os longas Um homem e seu pecado (2015), Nenhuma fórmula para a contemporânea visão do mundo (2012) e Legião estrangeira (2011); o curta Que cavação é essa? (2008); e o média O Galante rei da Boca (2004). Foi redator das revistas de cinema Contracampo (2001-2013) e Filme Cultura (2012-2014).

Adilson Mendes: Pesquisador e ensaísta com estudos sobre a história social do cinema, especialmente suas conexões com a história da arte. Pesquisador da Cinemateca Brasileira ao longo da década de 2000, participou da organização de arquivos ao longo de uma década, destaque para os arquivos pessoais de Paulo Emilio Salles Gomes, Gustavo Dahl, Glauber Rocha, Jean-Claude Bernardet, Fernando Duarte, todos no campo do cinema moderno brasileiro. Doutor emCiências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (USP), éautor de Trajetória de Paulo Emilio (Ateliê Editorial, 2013).

José Umberto Dias: Formado em Ciências Sociais, fez o curso de iniciação cinematográfica no Grupo Experimental de Cinema da UFBA (1968), realizado por Walter da Silveira e Guido Araújo. Atuou como crítico de cinema no Jornal da Bahia (1969-74) e na Tribuna da Bahia (1969-70). Foi coordenador e diretor da Imagem e do Som (Dimas) da Fundação Cultural do Estado de 1976 a 1977 e de 1982 a 1986. Em 1977, criou o Cinema de Arte da Bahia, que a partir de 1986 recebe o nome de Sala Walter da Silveira. Organizou a publicação póstuma do livro inacabado A história do cinema vista da província (1978), de Walter da Silveira, e coordenou o projeto de recuperação e conservação da obra de Alexandre
Robatto (1985-1986). A partir de 1991, atua no setor de documentação e pesquisa da Dimas. Em 2004, organiza a publicação, em quatro volumes, da coletânea crítica O Eterno e o Efêmero, de Walter da Silveira. É integrante do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro. Cineasta, ensaísta, escritor, ator e dramaturgo, dirigiu curtas como O forte (1967), Perâmbulo (1968), Voo interrompido (1969-71), Brabeza (1978), Urubu (1978), Maíra (1979-80), Ser tão (1979), Cantos Flutuantes (1980) e A musa do cangaço (1981). Dirigiu os longas O anjo negro (1972) e Revoada (2014).

Ernesto Marques: Radialista e jornalista formado pela FACOM-UFBa. Trabalhou como repórter das principais emissoras de televisão de Salvador e foi dirigente do Sindicato e da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Rádio TV e também do Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação. Atualmente é vice-presidente da Associação Bahiana de Imprensa. Foi assessor de imprensa do ex-governador Jaques Wagner e assumiu recentemente a Secretaria de Comunicação de Vitória da Conquista.

Rafael Carvalho: É crítico e pesquisador de cinema. Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), escreve para o site Moviola Digital e colabora para o Jornal A Tarde. Faz doutorado no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, onde pesquisa a crítica de cinema online e faz parte do Grupo de Pesquisa Recepção e Crítica da Imagem (Grim). Integra a equipe de curadoria do Panorama Internacional Coisa de Cinema.

Helena Ignez: Com mais de 50 anos de produção nos vários campos das artes cênicas e cinematográficas, já foi homenageada na Ásia e na Europa, como no 20º Fribourg International Film Festival, na Suíça, com a Mostra “La Femme Du Bandit” com 25 de seus filmes e no 17º Festival of Kerala, na Índia, com a exibição de 6 filmes em que trabalhou como atriz ou diretora. Helena Ignez fez seu primeiro filme com Glauber Rocha, como atriz no “O Pátio” em 1959. Fez inúmeros filmes do Cinema Novo, como “A Grande Feira”, “Grito da Terra”, “Assalto ao Trem Pagador” e “O Padre e a Moça”. Começou sua parceria criativa com Rogério Sganzerla em 1968 e atuou em quase todos os seus filmes. Ela dirigiu os filmes “Reinvenção da Rua”, “A Miss e o Dinossauro –Bastidores da Belair”, “Canção de Baal”, “Luz nas trevas”, “Feio, eu?” e “Poder dos Afetos”, selecionado para o 67º Festival del film Locarno em 2014.